quarta-feira, 25 de maio de 2016

O fim do suporte padrão ao flash em navegadores

O flash é tipo de plug-in que vem animando a internet desde o ano de 1996, quando foi criado pela Macromedia, e posteriormente adquirido pela Adobe. Inicialmente utilizado para a utilização em animações simples, foi evoluindo até a reprodução de vídeos, execução de jogos online e até mesmo a reprodução de streaming.
Por vários anos o Flash tem sofrido críticas. Criticas essas quanto à lentidão que o uso de tal plug-in poderia causar. Steve Jobs foi um critico ao Flash, não permitindo assim que a partir de 2010 tal solução fosse utilizada em seus produtos. Os bugs (falhas) do Flash também são perigosos, uma vez que pode ser a porta de entrada para vírus no computador. Sempre que são descobertas, tais falhas costumam ser exploradas por Hackers, que instalam ferramentas na maquina dos usuários a fim de danificar softwares ou mesmo roubar informações  dos mesmos.
O Google vai estar dando um outro passo em rumo a uma internet formada apenas pelo HTML5 no fim desse ano, a medida que a depreciação e remoção do Flash continua.. Para usá-lo, o usuário deve ativá-lo manualmente. Ao entrar em um site que precise do Flash Player, um alerta será dado ao usuário para que o mesmo escolha se permitirá ou não a execução do plug-in. Caso aceite, o Chrome sempre alertará a presença do plug-in.
Por um ano, há uma “Lista branca” de sites que incluem Youtube, Facebook e Amazon, que continuarão executando o flash, mas devem o quanto antes adaptar-se ao uso do HTML5.
O HTML5 foi introduzido em 2008 e oferece muitas soluções para multimídia, chegando a consumir apenas 50% da memoria e poder de processamento dos computadores, e por isso vem sendo utilizado com grande frequência.
Tendo em vista que um grande número de emissoras que transmitem seu conteúdo na internet utiliza players baseados na antiga tecnologia flash, é interessante que as mesmas busquem outras soluções para que suas rádios continuem sendo acessadas normalmente por seus ouvintes na internet.

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